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Saldo de empregos é o melhor para julho dos últimos 14 anos

Setor de serviços puxou o bom desempenho da cidade, segundo Caged
23 de agosto de 2019
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Às vésperas de completar 131 anos de história, Uberlândia celebra mais uma conquista. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, (Caged) divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Ministério da Economia, a cidade teve o saldo de empregos mais expressivo para o mês de julho desde 2005, com 738 postos de trabalho mantidos. Em Minas Gerais, a cidade só ficou atrás de Belo Horizonte.

O levantamento mostra que em julho houve 9.436 admissões no município e 8.698 desligamentos. O setor que mais manteve vagas foi o de serviços, com saldo de 610. No ano, a cidade já acumula 3.194 vagas de trabalho abertas. Nos últimos 12 meses, o saldo é de 4.175 postos.

“Desde o início da atual gestão, assumimos o compromisso de recuperar Uberlândia, para que o nosso povo possa ter mais qualidade de vida. E, quando se trabalha por um bem comum, o resultado vem. Estamos com investimentos em infraestrutura e na melhoria de serviços essenciais, como nas áreas de saúde, educação e social. Isso cria confiança no empreendedor, especialmente no que nasceu e cresceu aqui. Esse cenário se reflete em geração de emprego e renda e prova que estamos no caminho certo, de que o trabalho de uma administração pública deve ser constante”, disse o prefeito Odelmo Leão.

Confira a evolução do emprego em Uberlândia ano, desde 2005, para o mês de julho:

Saldo de empregos no mês

jul/05 –  1.166
jul/06 –  405
jul/07 –  666
jul/08 –  502
jul/09 –   72
jul/10 –  717
jul/11 –  83
jul/12 –  616
jul/13 –  -9
jul/14 –  84
jul/15 –  1.026
jul/16 –  -552
jul/17 –  68
jul/18 – 211
jul/19 – 738

Dados: Caged

Uberlândia em destaque

Nos últimos dois anos e meio, Uberlândia registrou aproximadamente R$ 2 bilhões em investimentos e abertura de mais de 5 mil empresas de pequeno, médio e grande porte. Além disso, o município conquistou o primeiro lugar no Ranking Nacional de Cidades Inteligentes, que avalia o uso de tecnologia na oferta de serviços públicos, é o segundo maior Produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais e o 20º do país, tem o segundo maior mercado consumidor do estado (conforme dados do IPC Maps) e é o terceiro de Minas na arrecadação do Imposto sobre Mercadorias e Serviços (ICMS).

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