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Programa da Prefeitura distribui mais de 160 toneladas de itens da agricultura familiar

Todos os mantimentos foram doados para 79 entidades socioassistenciais desde abril deste ano
28 de outubro de 2019
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Incentivar pequenos produtores e ainda apoiar o funcionamento de dezenas de entidades socioassistenciais. Esse é o objetivo do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que neste ano adquiriu 160,4 toneladas de itens da agricultura familiar e os distribuiu para instituições beneficentes parceiras da administração municipal.

A iniciativa é conduzida pela Secretaria Municipal de Agropecuária, Abastecimento e Distritos e atendeu 79 entidades. Em 2019, o programa contou com recurso de R$ 300 mil, oriundos do Ministério da Cidadania, e contou com a participação de 127 produtores cadastrados previamente. “O município é o responsável pela a logística e a execução do serviço. Nosso objetivo é garantir uma alimentação de qualidade para as pessoas atendidas nas associações e estimular a agricultura familiar”, destacou Hélio Senju, diretor de desenvolvimento sustentável do município.

No total, foram distribuídas 17 diferentes opções de frutas, verduras e legumes, como alface, abobrinha, banana, berinjela, brócolis, chuchu e couve. Uma das entidades beneficiadas é a Legião da Boa Vontade (LBV), que conta com o auxílio há mais de cinco anos. O Darci Pereira Ribeiro é um dos colaboradores da instituição. “O que buscamos com o programa já diminui as nossas despesas. É muito importante essa ajuda porque, a cada 15 dias, buscamos alimentos de qualidade e direto do produtor. Só temos a agradecer”, disse.

Fotos: Araípedes Luz/Secretaria Municipal de Governo e Comunicação

Como funciona

O PAA acompanha de perto toda a produção e em 2019 realizou 467 visitas técnicas nas propriedades cadastradas. Para os produtores que moram perto da zona urbana, os alimentos são entregues na Central de Abastecimento da Agricultura Familiar (CAAF), no Distrito Industrial, todas as quartas-feiras. As entidades buscam os alimentos às quintas-feiras. Já para aquelas pessoas que vivem mais afastadas da cidade, a cada semana é marcado um ponto de encontro perto das propriedades para recolher a produção.O preço pago pelos mantimentos é a média registrada do produto no ano anterior na Central de Abastecimento (Ceasa).

“São produtos que vêm direto do produtor, muito bem cuidados e selecionados até chegar a custo zero nas entidades. Isso mostra a eficiência da iniciativa, sempre com foco na geração de renda para a agricultura familiar e na garantia da segurança alimentar daqueles que consomem estes produtos”, finalizou Hélio Senju.

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