Notícias

Justiça na Escola finaliza o ano com 16 escolas públicas atendidas

Objetivo é levar temas do programa a novas escolas da rede pública em 2020
11 de dezembro de 2019
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Valter de Paula/Secretaria Municipal de Governo e Comunicação

Com 16 escolas municipais e estaduais atendidas ao longo de 2019, o programa Justiça na Escola encerrou, na manhã desta quarta-feira (11), no auditório do Centro Administrativo Municipal, as atividades deste ano. A expectativa é que novas unidades da rede pública sejam atendidas em 2020. O programa é composto por uma parceria da Prefeitura de Uberlândia com a Vara da Infância e da Juventude, Defensoria Pública, Ministério Público, Polícias Civil e Militar, Superintendência Regional de Ensino, ONG Pontes de Amor e Conselho Tutelar.

A secretária municipal de Educação, Tania Toledo, agradeceu a colaboração de todos os participantes para o desenvolvimento do projeto. De acordo com a gestora da pasta, as atividades aproximaram as instituições de ensino com a justiça em diferentes esferas. “É notório o alcance social deste projeto. O feedback das escolas contempladas tem sido altamente positivo e é saliente que os objetivos propostos foram alcançados com êxito”, afirmou.

Justiça na Escola finaliza o ano com 16 escolas públicas atendidas 1
Valter de Paula/Secretaria Municipal de Governo e Comunicação

O Justiça na Escola visa à abordagem de temas ligados à disciplina na escola, Conselho Tutelar, atos infracionais, convivência familiar e prevenção às drogas. Os assuntos são levados à sala de aula por meio de palestras e interações com os alunos. Nos quatro anos de existência, o programa atendeu a 51 escolas, sendo 28 municipais e 23 estaduais.

O juiz responsável pela Vara da Infância e da Juventude em Uberlândia, José Roberto Poiani, destacou a ótima receptividade do público escolar pelo trabalho. Para ele, é importante a aproximação de todas as instituições que integram a rede de proteção da infância e juventude junto aos estudantes, professores e pais.

“Isso permite que as instituições auxiliem umas às outras nas demandas que surgem diariamente. Às vezes, verificamos no início deste trabalho uma distância que é prejudicial e, por isso, promovemos o diálogo, a troca de informações, levamos conhecimento de cidadania ao público-alvo. Afinal são as crianças que vão estar aqui no dia de amanhã nos administrando e nos ensinando nos caminhos da vida. Então, o nosso balanço de 2019 é bastante positivo”, disse o juiz.

Compartilhe:
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin

Veja Também