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Prefeitura iniciará primeira fase da vacinação antirrábica

Imunização de cães e gatos começa no dia 28 de setembro na zona rural
15 de setembro de 2020
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A raiva é uma doença infecciosa viral aguda, que não tem cura, e é transmitida para o ser humano por meio da saliva de animais, como cães e gatos infectados. Para garantir que a cidade continue sem registros da doença, a Prefeitura de Uberlândia realiza, do dia 28 de setembro a 30 de outubro, a etapa rural da 36ª Campanha de Vacinação Antirrábica.

Neste primeiro momento, as equipes do Programa de Controle da Raiva, do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), estarão de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h30, percorrendo toda a zona rural de Uberlândia. Aos sábados, o trabalho acontecerá na região dos quatro distritos da cidade.

Para manter a eficiência dos trabalhos na zona rural, a coordenadora do programa, Lilian Vieira de Andrade, reforça que a colaboração dos proprietários é fundamental. “Nosso trabalho é ir de porta em porta. Por isso, pedimos o apoio de todos para que liberem a entrada em suas propriedades para nossos profissionais, que estarão uniformizados e com a identificação de servidor da prefeitura. Qualquer dúvida, basta entrar em contato pelo 3213-1470”, explicou.

Devem receber a dose cães e gatos com mais de três meses de vida, com exceção daqueles que estejam doentes ou no período de gestação ou lactação. A Campanha de Vacinação Antirrábica se estende até o dia 30 de outubro na zona rural. Na zona urbana os trabalhos começarão no sábado do dia 7 de novembro e seguirão durante a semana do dia. Serão organizados 40 pontos de vacinação pela cidade no intuito de também evitar aglomerações.

Combate à raiva      

As ações do Programa de Controle da Raiva acontecem permanentemente durante todo o ano, com orientações, trabalhos de bloqueio e monitoramento do vírus, além de um posto de vacinação no CCZ. Um conjunto de fatores que deixa Uberlândia há mais de 30 anos sem registros da doença em cães e gatos.

Embora o município apresente uma realidade positiva, a participação da comunidade é fundamental para manter os índices atuais. A doença não tem cura e pode levar os animais à morte em poucos dias após o surgimento dos primeiros sintomas. O mesmo acontece com o ser humano se não procurar atendimento médico rapidamente após ser mordido por algum cão ou gato infectado.

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