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Projeto ‘Alta Responsável’ é implementado no Centro de Internação

Iniciativa oferece cuidado amplo e continuo aos pacientes que estiveram internados e receberam alta hospitalar
15 de outubro de 2020
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Cuidar do paciente de forma integral, oferecendo todo o apoio possível, é um dos compromissos da Prefeitura de Uberlândia. Criado neste ano e em funcionamento nas unidades do setor Sul, o projeto ‘Alta Responsável’ foi ampliado e agora faz parte das ações do Centro de Internação Missão Sal da Terra (CIM), que recebe os pacientes da rede em tratamento da Covid-19.

A proposta do projeto é oferecer um atendimento amplo aos pacientes que estiveram internados e receberam alta hospitalar, já que é fundamental que os cuidados que foram iniciados durante a internação sejam continuados. Dessa forma, o ‘Alta Responsável’ une os níveis de atenção (primária, secundária e terciária) além do paciente e familiares.  

O projeto foi criado este ano e, inicialmente, está em andamento nas UAIs dos bairros São Jorge e Pampulha e unidades básicas do setor sul. Com a criação do Centro de Internação Missão Sal da Terra (CIM) e a necessidade de um cuidado mais intensivos aos pacientes que estão em tratamento da Covid-19, o projeto foi implementando na unidade.

Segundo o coordenador geral do Centro de Internação, o trabalho inicia com a notícia da alta do paciente. Assim, a equipe multiprofissional (médico, enfermeiro, nutricionista, farmacêutico e assistente social) discute o caso e  elabora um plano de cuidado para que os profissionais da atenção primária (UBSF e UBS) deem continuidade. “Ao sair da unidade, o paciente deve continuar sendo bem cuidado. Por isso, saem com as recomendações e a primeira consulta após a internação agendada na unidade de saúde de referência”, explicou o coordenador geral do CMI, Marco Túlio Ferreira.

Outro benefício do Projeto Alta Responsável no CMI é, em alguns casos, inserir o paciente e a família dentro do processo da elaboração do plano de cuidado. Isso é possível com a inclusão de novas ferramentas, como as videoconferências. Dessa maneira, profissionais, familiares e pacientes participam da elaboração do plano de cuidados.  “Em alguns casos, o paciente e a família precisam ser ativos no cuidado. Não adianta elaboramos um plano para ele e após a alta não dar continuidade, principalmente em uma doença que ainda é nova para a Ciência. Por isso, aproveitamos os recursos tecnológicos para fazermos o trabalho juntos”, destacou Marco Túlio.

O projeto, a princípio, está em funcionamento nas unidades do setor sul da cidade e no Centro de Internação Missão Sal da Terra. Em breve, as outras regiões poderão adotar o modelo de atenção integrada aos pacientes que recebem alta das demais Unidades de Atenção Integrada (UAI).  

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