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Taxa de contágio volta a subir em Uberlândia e exige comprometimento no cumprimento de medidas restritivas

11 de março de 2021
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A Prefeitura de Uberlândia informa que, após apresentar quatro semanas com tendência de queda, a taxa de contágio por Covid-19 voltou a subir no município.  Na última semana de análise, com fechamento no dia 8 de março, o índice médio passou de 1,04 para 1,07. Isso significa que, se antes estávamos com uma proporção de retransmissão do vírus de 100 pessoas positivadas para outras 104, agora cada grupo de 100 pessoas transmite o novo coronavírus para 107. A situação é grave e exige o esforço de todos para que possa ser revertida.

A taxa de contágio considera, dentre outros, o número de casos confirmados da doença mais as notificações por síndrome respiratória. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), quando o índice mostra que a transmissão ocorre para mais de uma pessoa, há risco de crescimento do número de casos positivos. Acima de dois, o crescimento é considerado exponencial, o que dificulta ainda mais o seu controle. O ideal é que a taxa de contágio fique abaixo de um- cenário no qual a doença é vista em remissão.

Desde o início de fevereiro, a Prefeitura de Uberlândia, após deliberações do Comitê de Enfrentamento à Covid-19, passou a adotar medidas mais rígidas para combater a disseminação do novo coronavírus. Desde o dia 20 de fevereiro, a cidade está na fase rígida do Plano Municipal de Funcionamento de Atividades Econômicas, com toque de recolher diário das 18h às 5h, lei seca e atendimento presencial autorizado apenas para serviços considerados essenciais.

Com o começo do endurecimento de medidas, a taxa de contágio, que em 5 de fevereiro era de 1,24 (100 pessoas com Covid transmitem para 124), chegou a 1,04 até a semana de 1º de março. Contudo, na última semana, o índice voltou a crescer.

Medidas

A Prefeitura de Uberlândia não tem poupado esforços há mais de um ano para combater a proliferação do vírus, com investimentos em equipamentos, profissionais, estrutura e insumos, além de buscar apoio constante de outras esferas de poder e da iniciativa privada. Mas toda a população precisa estar unida no mesmo objetivo, que é vencer a doença.

Por isso, é importante que cada um faça a sua parte: fique em casa o máximo que puder, não participe de aglomerações, use máscara em ambientes fora de casa (inclusive nos espaços abertos, como ruas e parques), mantenha o distanciamento social e higienize as mãos com frequência (seja com água e sabão ou com álcool em gel quando a primeira opção não for possível). Somente com união será possível reverter o atual cenário, reduzir as taxas de contágio e garantir o atendimento médico digno a todos.

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