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Uberlândia está entre as 20 cidades que mais geraram emprego no país até maio

Cidade acumula saldo de 6.490 empregos nos primeiros 5 meses de 2021; apenas em maio, saldo foi de 710
1 de julho de 2021
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Uberlândia completou os cinco primeiros meses de 2021 com saldo positivo na geração de empregos e classificada entre as 20 cidades brasileiras que mais ofertaram postos de trabalho no período. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgados nesta quinta-feira (1º) pelo Ministério da Economia, mostram que o município acumulou 6.490 postos de janeiro a maio. O resultado é cerca de duas vezes superior ao total do ano de 2020, afetado pelo início da pandemia de Covid-19 e que contabilizou saldo de 2.720 vagas. Apenas em maio, foram gerados 710 empregos.

No acumulado de 2021, a cidade ocupa o 20º lugar no ranking nacional de empregos, estando à frente de 14 capitais, entre as quais estão Porto Alegre (RS), João Pessoa (PB) e Maceió (AL). Entre as cidades do interior do país, Uberlândia é a 5ª colocada. Em Minas Gerais, está atrás apenas da capital, Belo Horizonte. No acumulado dos últimos 12 meses, o município também está na 20ª posição nacional, à frente de 15 capitais e com saldo positivo de 13.864 postos de trabalho.

“Seguimos trabalhando com afinco para que o mercado de trabalho se recupere cada vez mais. Os desafios não acabaram, infelizmente, pois ainda convivemos com um cenário de pandemia e instabilidade econômica nacional, mas estamos confiantes nas decisões tomadas até aqui, ainda que algumas tenham sido difíceis e necessárias para se preservar a saúde da nossa população. Quero que a população saiba que não paramos e não vamos parar nenhum minuto de buscar as melhores soluções em prol da qualidade de vida em Uberlândia”, declarou o prefeito Odelmo Leão.

Comércio se destaca em maio

Conforme o Caged, apenas em maio deste ano, a cidade teve 9.228 admissões e 8.518 desligamentos, completando o mês com saldo de 710 postos de trabalho. O bom desempenho foi puxado pelo “Comércio”, cujas contratações superaram as demissões em 418 vagas. O setor foi seguido pelo da “Construção Civil” (+201), “Serviços” (+185) e “Indústria” (+18).

Considerando o período de janeiro a maio, o carro-chefe das contratações foi o setor de “Serviços” (+3.617), seguido por “Construção” (+1.302), “Indústria” (+900) e “Comércio” (+712).

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