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Webnário gratuito dialoga sobre saúde menstrual com público diverso

Evento da Escola de Governo reuniu mais de 90 participantes nesta terça (15)
16 de março de 2022
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Foto: Reprodução

Dialogar sobre a educação menstrual em busca de proporcionar mais conhecimento e qualidade de vida para mulheres foi a proposta do webnário “Saúde e Dignidade Menstrual”, promovido pela Escola de Governo da Prefeitura de Uberlândia. O evento realizado nesta terça-feira (15), gratuitamente e online, contou com mais de 90 participantes de diferentes públicos, especialmente mulheres, adolescentes e profissionais de saúde e educação.

A secretaria municipal de Governo e Comunicação, Ana Paula Junqueira, foi uma das propositoras do encontro virtual. Os debates e reflexões foram apresentados pela ginecologista e nutróloga Melissa Antoun, e a professora e educadora menstrual Victoria Castro Ferreira. As abordagens enalteceram os direitos humanos e a saúde feminina sob as temáticas do autocuidado e o acesso a protetores menstruais e informações de qualidade.

“O webnário é sobre incluir vários públicos nesse diálogo, reforçando que a menstruação não precisa ser um limitante. É interessante a abordagem do ciclo menstrual como uma pauta de saúde e dignidade da população. Para somar a isso, já dispomos de políticas públicas como o programa Saúde Menstrual, com o intuito de instruir, principalmente nossas alunas da rede municipal, em lidar com a menstruação com segurança, informação e higiene”, destacou a secretária Ana Paula Junqueira.

Para a educadora menstrual Victoria Castro, o evento reforça a valia de ter o poder público como aliado na assistência ao público feminino.

“É grande o avanço em todos os sentidos quando temos o poder público abrindo espaço e unindo forças em torno da temática da dignidade menstrual. E mais, indo além da temática do acesso a produtos básicos de higiene e autocuidado menstrual, mas também abrindo espaço para diálogo sobre educação e informação de qualidade, pois a falta de informação e os tabus também são parte da pobreza menstrual e precisam ser combatidos”, pontuou.

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