Notícias

Prefeitura apresenta projeto de lei que cria Complexo Cloroquímico

Proposta visa alienar imóvel municipal para a construção de três indústrias do ramo; empresas pretendem investir R$ 260 milhões para a produção de matérias primas hoje transportadas de outras cidades
6 de junho de 2022
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin

O prefeito Odelmo Leão apresentou a vereadores, em reunião na tarde desta segunda-feira (6), um projeto de lei da Prefeitura de Uberlândia que visa instituir na cidade o primeiro Complexo Cloroquímico fora do litoral do Brasil. Pela proposição, um imóvel municipal de 79,6 mil m², localizado na Cidade Industrial, será alienado com incentivos para a construção de três unidades industriais das empresas Chlorum Solutions, Bauminas Químicas e Limpesa Empreendimentos. Em cooperação, os empreendimentos pretendem investir R$ 260 milhões – com geração de 220 empregos diretos – para a fabricação de insumos cloro-álcalis, beneficiando ao menos 10 outras empresas da cidade que hoje têm que trazer essas matérias primas de outras cidades.

“Essas são grandes empresas que atuam em todo território nacional e que nos procuraram com objetivo de investir na cidade por meio de um projeto inovador. Portanto, a proposta de lei é essencial para que possamos cumprir o nosso papel, assim como previsto na Lei Orgânica do Município, de fomentar o desenvolvimento econômico e social de Uberlândia, gerando emprego e renda. Além disso, vamos contribuir, com a instalação dessas indústrias, com o incremento da produção local”, explicou o prefeito Odelmo Leão.

O imóvel, localizado na avenida José Andraus Gassani, pela proposta de lei, seria repassado aos empreendimentos com desconto de 60% sobre o valor avaliado em R$ 20,1 milhões. Um incentivo com estimativa de ser recuperado no prazo de 3,35 anos, uma vez que as indústrias têm potencial de gerar R$ 3,61 milhões em repasses anuais de ICMS ao Município. Além disso, o projeto estabelece também a obrigatoriedade de as empresas iniciarem as obras em 12 meses e as atividades em 24 meses, contados da data de transferência da propriedade. A proposição será protocolada para apreciação da Câmara de Vereadores amanhã (7).

Compartilhe:
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin

Veja Também