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Projeto Recomeço auxilia comunidades terapêuticas com palestra “Comunicação não Violenta”

Ao longo do mês de setembro, foram debatidas formas de resolução de conflitos por meio de diálogos
28 de setembro de 2022
Foto: Divulgação/PMU

Objetivando auxiliar na recuperação de dependentes químicos, a Secretaria Municipal de Prevenção às Drogas, Defesa Social e Defesa Civil realizou, nesta terça-feira (27), na comunidade terapêutica Peniel, uma palestra com o tema “Comunicação não Violenta”. A atividade, comandada por um psicólogo da pasta, atendeu a uma das propostas do projeto Recomeço, que trabalha, mensalmente, assuntos variados com os assistidos pelas comunidades terapêuticas conveniadas à Prefeitura de Uberlândia.

Por meio do projeto, a secretaria promove, além de palestras, atividades esportivas, rodas de conversas e oficinas culturais de dança e grafite. As ações preventivas contribuem com as possíveis recaídas dos assistidos. Os exercícios também auxiliam para um retorno saudável ao cotidiano fora das comunidades terapêuticas.

Segundo o secretário da pasta, Ivan Nunes, a escolha pelo tema de setembro, assim como acontece nos demais meses do ano, esteve atrelada às demandas apresentadas pelas próprias comunidades parceiras. “Em setembro, atendendo às sugestões, realizamos palestras sobre a Comunicação não Violenta. Conflitos existem e precisamos entender quais são as causas para resolvê-los de modo harmônico. A melhor maneira é não ignorar, mas sim, acolher e tentar compreender as razões motivadoras”, opinou.

As palestras realizadas com a temática do mês têm encerramento previsto para esta quarta-feira (28), quando a comunidade terapêutica Vida Nova receberá o conteúdo preparado pela Secretaria Municipal de Prevenção às Drogas, Defesa Social e Defesa Civil.

Projeto Recomeço

O projeto Recomeço consiste no desenvolvimento de ações, a partir de uma parceria entre a Prefeitura de Uberlândia e comunidades terapêuticas do município, que potencializam as habilidades pessoais dos assistidos. As atividades complementam o trabalho desenvolvido nas comunidades para resistência ao uso de substâncias psicoativas, além de auxiliarem na reinserção social dos acolhidos.

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