Secretaria de Cultura

Medicina Popular

Medicina Popular

A base do conhecimento sobre o cerrado, sobretudo no que se refere ao domínio das plantas e ervas com fins terapêuticos e medicinais teve sua origem na experimentação milenar das sociedades indígenas. O imenso repertório de espécies frutíferas e medicinais, remonta a trajetória destas sociedades e sua convivência de respeito e harmonia com este ecossistema.

O acervo etno-botânico engloba, para além daquelas já introduzidas em nossa alimentação cotidiana, tais como: milho, mandioca, cará, e frutas como: caju, maracujá, jabuticaba, abarca também um número infindável de espécies da flora nativa com fins terapêuticos, como o Assa-Peixe, Erva de Santa Maria, Sucupira, Algodão do Campo, Erva-Moura, Barbatimão, Copaíba, Melão de São Caetano, dentre muitas outras. Em Uberlândia, tais ervas são comumente usadas pela população local e que se encontram com facilidade e diversidade nas bancas dos muitos “raizeiros” e “curandeiros” espalhados pela cidade. Por outro lado, acrescido das contribuições dos afrodescendentes este conhecimento demonstra, ao mesmo tempo, a sua singularidade e a sua pluralidade.

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